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sábado, 5 de setembro de 2015

Caiu na Rede Virou Noticia

Brasil vai prorrogar regra que facilita concessão de refúgio a sírios

Dilma afirmou que o Brasil se distingue do resto do mundo pela diversidade étnica e pela capacidade de "resistência" e "superação"

Reuters

A crise de refugiados na Europa já avançou para todo o mundo e, segundo reportagem da Folha de S. Paulo, o Brasil quer fazer sua parte para ajudar aos sírios. Para isso, o governo quer prorrogar as regras que flexibilizam o ingresso dessa população no Brasil 
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A medida faz com que seja mais fácil conseguir o visto brasileiro. Uma vez que se encontrem em solo nacional, os sírios podem solicitar o refúgio. "A situação é dramática e o Brasil não pode se furtar de ajudar como puder", disse à Folha o secretário nacional de Justiça, Beto Vasconcelos. 
"A foto do menino Aylan Kurdi chocou o mundo e é uma demonstração clara e evidente de como a situação tem se agravado", acrescentou.  
A presidente Dilma Rousseff também se mostrou comovida com a imagem e aproveitou a oportunidade para criticar a conduta dos países europeus. "Todos vocês viram aquele menininho sírio de três anos, morto porque não foi acolhido, morto porque foi abandonado, morto porque os países criaram barreiras para a entrada desse menino", disse ela. 
A presidente ainda acrescentou que o Brasil se distingue do resto do mundo pela diversidade étnica e pela capacidade de "resistência" e "superação" dos brasileiros. "Nós somos um país composto por pessoas de vieram de todas as partes do mundo, além dos povos tradicionais indígenas que aqui estavam [...] Se tem uma uma riqueza que perpassa esse país é essa diversidade", afirmou. 

País crescerá, se mantiver grau de investimento, diz Levy

Na avaliação do ministro, já há sinais de recuperação da economia, especialmente nas contas externas, com melhor desempenho das exportações líquidas

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse neste sábado que até o final do ano a economia voltará a crescer, na margem. "Mas só vai ter retomada do crescimento se não tiver perda do grau de investimento", afirmou em entrevista, numa das várias vezes que enfatizou a necessidade da realização do ajuste fiscal. "A questão do investment grade gera incertezas. E quando há dúvidas, fica difícil o PIB crescer", ponderou.
PUBNa avaliação do ministro, já há sinais de recuperação da economia, especialmente nas contas externas, com melhor desempenho das exportações líquidas. "A agricultura vai bem. A safra cresceu 8%, segundo alguns", acrescentou. "Daqui a pouco, as empresas reduzirão bem os estoques", disse. Levy fez os comentários ao lado do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, depois de participarem das reuniões do G-20 na capital da Turquia. Com informações do Estadão Conteúdo.

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