Web Radio Jesus Cristo Gospel: Noticia Geral

sábado, 5 de setembro de 2015

Noticia Geral

Hotel em Portugal é evacuado por suspeitas de Legionella

Há suspeita que a rede de água do estabelecimento possa estar contaminada com a bactéria.

DR

Uma unidade hoteleira da cidade do Porto, em Portugal foi evacuada por suspeitas de Legionella, relatou a publicação portuguesa "Jornal de Notícias".
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Os hóspedes começaram a abandonar o Hotel Boa-vista, na Foz do Douro, esta sexta-feira à noite após suspeita que a rede de água do estabelecimento possa estar contaminada com a bactéria.
Ainda segundo a publicação, estão sendo feitas análise e que não há, por enquanto, indícios de que alguém tenha contraído a doença do legionário.
Os “organismos oficiais tomaram as devidas precauções, devido aos indícios de epidemia na zona ocidental da cidade”, contou o diretor do Hotel Boa-vista.
Já o diretor-geral da Saúde da cidade, Francisco George, disse que este caso não tem relação com os 12 outros casos de Legionella registados na região Norte do país.
A Legionella
Esta bactéria se reproduz na água e após a inalação da mesma, a pessoa pode ter infeções como a Febre de Pontiac - forma menos severa, sem pneumonia, semelhante a uma gripe - ou a Doença do Legionário - forma mais grave, com pneumonia, podendo evoluir para uma pneumologia grave e que necessita de tratamento farmacológico.

Áustria e Alemanha vão receber refugiados que estão na Hungria

O governo húngaro anunciou na noite de ontem, ao fim de vários dias de impasse, ter aceitado mobilizar cem ônibus para levar à fronteira com a Áustria os cerca de 1.200 refugiados

O governo austríaco anunciou hoje (5) que Áustria e Alemanha aceitam receber todos os milhares de refugiados que a Hungria decidiu reencaminhar para a fronteira nas próximas horas.
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A chancelaria austríaca disse que a decisão, motivada pela “situação de urgência atual na fronteira húngara”, foi anunciada ao primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, pelo chanceler austríaco, Werner Faymann, em concordância com a chanceler alemã, Angela Merkel.
O governo húngaro anunciou na noite de ontem, ao fim de vários dias de impasse, ter aceitado mobilizar cem ônibus para levar à fronteira com a Áustria os cerca de 1.200 refugiados que já estão seguindo nesta direção e também os que se mantêm concentrados na principal estação ferroviária de Budapeste.
Áustria e Alemanha continuam na espera de que a Hungria “respeite as suas obrigações europeias incluindo as relacionadas com o acordo de Dublin”, que rege os regimes de asilo na União Europeia, destacou a chancelaria de Viena. Com informações da Agência Brasil.

Europa "tem de abrir os olhos" ao sofrimento de milhares de migrantes

O chefe da diplomacia austríaca disse que o sofrimento de milhares de migrantes bloqueados na Hungria, e que agora estão a ser levados para o seu país, era uma "chamada de atenção" para a Europa

Milhares de migrantes exautos entraram esta madrugada na Áustria, provenientes da Hungria, depois de terem ficado vários dias bloqueados na principal estação de trem, em Budapeste, na capital húngara, enquanto o governo insistia que eles não podiam seguir viagem por não terem a documentação necessária.
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"Isto tem de servir para abrir os olhos em relação à situação caótica em que a Europa está", disse Sebastien Kurz, chefe da diplomacia da Áustria, ao chegar para uma reunião informal com os seus pares europeus a propósito da crise dos migrantes.
"Espero que isto sirva como uma chamada de atenção de que (a situação) não pode continuar assim", acrescentou.
A situação na estação ficou bastante tensa, com mais de 1.000 migrantes a desafiarem as autoridades e a iniciarem uma marcha a pé em direção à fronteira com a Áustria.
"Graças a Deus, o problema pode ser resolvido de forma humanitária na noite de sexta-feira", continuou, advertindo que esta era somente uma solução para um problema imediato.
"Alguém que pensa que pode ficar de fora deste problema está enganado", adiantou.
O Ministério do Interior austríaco estima que o número total de migrantes da atual vaga possa ascender a 10.000.
Cerca de 4.000 pessoas cruzaram a fronteira durante a noite e madrugada de hoje, horas depois de as autoridades hungaras terem começado a levar os migrantes até à fronteira com a Áustria.
As 28 nações da UE estão bastante divididas sobre o que faze rem relação aos fluxos de migrantes, a maior parte pessoas que abandonaram os seus países para fugir aos conflitos que acontecem no Médio Oriente e Norte de África.
A Alemanha liderou os esforços para a abertura das fronteiras, dizendo que poderia aceitar até 800.000 refugiados este ano, e apoiando planos para quotas obrigatórias nos países da UE.
A Hungria, juntamente com muitos países do leste que se tornaram novos membros do bloco europeu, opõem-se ao sistema de quotas e insistem que as regras atuais devem ser aplicadas, com os requerentes de asilo a terem de fazer o pedido de asilo no primeiro país onde chegam e não o no país para onde querem ir.
A maior parte dos refugiados são sírios que chegam via Grécia, país que também já têm uma grande quantidade de migrantes.

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