Web Radio Jesus Cristo Gospel: Agentes intensificam combate ao Aedes

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Agentes intensificam combate ao Aedes

Agentes intensificam combate ao Aedes aegypti na zona rural de SP

Em Guapiaçu, agentes de saúde estão fazendo vistorias nas propriedades.
Em metade delas, foram encontradas larvas do mosquito da dengue.


As doenças causadas pelo Aedes aegypti não são uma preocupação só nas áreas urbanas. No campo também é preciso muito cuidado para evitar que a água parada vire criadouro do mosquito.
Em um sítio em Guapiaçu, no noroeste de São Paulo, os agentes de saúde encontraram vários potes e vasilhas com água acumulada. Até a lona que protege a ração pode se tornar um criadouro do mosquito. É preciso tomar muito cuidado, lavar os bebedouros e não deixar nada com água parada
"Propiedade rural é complicado. Mesmo que a gente fique no pé, consegue combater tudo na maioria das vezes, mas sempre escapa alguma coisa", relata Vergílio Spada Neto, funcionário do sítio.
Em outra propriedade, os agentes encontraram caixas d´água descobertas e vasilhas para armazenar água da chuva também abertas e vários outros potinhos, alguns com larvas. O que mais chama a atenção é que oito pessoas da mesma família, entre elas a dona de casa Maria Angelina, tiveram dengue esse ano. E não é a primeira vez que os agentes passam na casa da família. "Choveu muito e demos uma descuidada. Já vi que não pode descuidar nem um minuto", diz Maria.
Nos seringais, a preocupação dos agentes de saúde é com copinhos que recebem o látex. O problema é que em muitas propriedades eles ficam jogados no chão e acumulam água.Em uma propriedade que tem 22 mil pés de seringueiras, os agentes encontraram vários copinhos espalhados pelo chão com água e com larvas do Aedes aegypti.
"Tá ventando muito na região e as vezes joga para o lado e a caneca fica virada. Mas pode ver que tem muitas que estão viradas pra baixo. É assim que a gente vai fazendo. Tem que ficar de olho sempre", explica Roberto Ferolde, administrador da fazenda.
As larvas do mosquito da dengue foram encontradas em metade das duas mil propriedades rurais do município. Além da dengue, o Aedes aegypti transmite também o zika vírus e a febre chikungunya.

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