Web Radio Jesus Cristo Gospel: Dilma bate o pé e diz: “Não vou renunciar,

quarta-feira, 23 de março de 2016

Dilma bate o pé e diz: “Não vou renunciar,







Todos já sabem que Dilma não está bem da cabeça, mas essa foi demais!!


“DILMA A SENHORA NÃO VAI RENUNCIAR, O POVO VAI LHE TIRAR “A presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou nesta terça-feira (22) que não renunciará ao cargo e que o processo de impeachment em curso no Congresso é uma tentativa de golpe porque não foi cometido crime de responsabilidade. “Não cabem meias palavras. O que está em curso é um golpe contra a democracia. Eu jamais renunciarei.”
Dilma disse que a tentativa de derrubá-la é tramada nos “porões da baixa política”. “Eu preferia não viver essemomento, mas que fique claro que me sobram disposição e respeito à democracia para enfrentar a conjuração que ameaça a estabilidade democrática do país.”
As afirmações foram feitas em discurso no Palácio do Planalto, em Brasília,durante encontro com juristas que criticaram o processo de impeachment e a divulgação de gravações telefônicas da presidente interceptadas pela operação Lava Jato.
“Todos sabemos que nossa constituição prevê impeachment como instrumento para afastar o presidente desde que haja crime de responsabilidade claramente demonstrado. Na ausência de crime claramente comprovado, o afastamento torna-se ele próprio um crime contra a democracia”, afirmou Dilma.
A principal acusação contra Dilma no processo de impeachment é que o governo teria praticado manobras contábeis chamadas de pedalas fiscais. A oposição estuda apresentar outro pedido de impeachment com base na delação premiada do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que a presidente tentou interferir nas investigações da operação Lava Jato.
“Não cometi nenhum crime previsto na Constituição para justificar a interrupção de meu mandato. Condenar alguém por um crime que não cometeu é a maior violência que se pode cometer contra qualquer pessoa. Já fui vítima de injustiça durante a ditadura e lutarei para não ser vítima de novo em plena na democracia”.




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