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sexta-feira, 15 de julho de 2016

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Militares turcos fecham o acesso à Ponte do Bósforo em Istambul, na Turquia (Foto: Reuters)

Veja a repercussão da tentativa de golpe militar na Turquia

França, Rússia, EUA pediram que cidadãos se resguardem em casa.
'Governo eleito continua no comando', disse primeiro-ministro turco.

Militares turcos fecham o acesso à Ponte do Bósforo em Istambul, na Turquia (Foto: Reuters)
Militares da Turquia disseram em comunicado que assumiram o poder no país. O presidente Tayyip Erdogan disse à CNN turca, por telefone, que se trata de uma tentativa de revolta de uma minoria dentro das forças militares, um ato encorajado por uma “estrutura paralela” e que terá a resposta necessária.
Erdogan convocou o povo a ir às ruas. “Iremos superar isso”, afirmou. Ele disse ainda que aqueles que estão tentando um levante irão pagar preços altos na corte e que em curto período de tempo a situação deve ser resolvida. O presidende disse ainda que está voltando para Ancara.
Caso a tentativa de derrubada de Erdogan, que governa a Turquia desde 2003, tenha sucesso, seria uma das maiores mudanças de poder no Oriente Médio nos últimos anos. Veja a repercussão entre os líderes mundiais:  
Binali Yildirim, primeiro-ministro da Turquia
Ele disse no Twitter que as forças de segurança vão responder a uma tentativa de golpe, e que tudo que for necessário será feito, mesmo que isso signifique a ocorrência de vítimas. “O governo eleito pelo povo continua no comando. Esse governo só sairá quando o povo disser”, disse.

O primeiro-ministro turco também afirmou que cercos estavam em andamento em alguns edifícios importantes, sem especificar quais, mas pediu à população que mantenha a calma e afirmou que atos contra a democracia não serão tolerados.

Numan Kurtulmus, vice-primeiro-ministro da Turquia
Kurtulmus disse que o partido AK continua no poder, em declaração feita na TV.

Alexis Tsipras, primeiro-ministro grego
A polícia da grega da fronteira terrestre com a Turquia foi colocada em alerta. Tsipras diz que foi informado pelo chefe dos Serviços Secretos gregos da evolução dos acontecimentos no país vizinho e pediu que o ministro da Defesa, Panos Kammenos, e o chefe do estado-maior,  também sejam atualizados.
John Kerry, Secretario de estado dos EUA
"Eu espero que haja estabilidade e continuidade na Turquia".
Boris Johnson, ministro de relações exteriores britânico
Ele disse estar "muito preocupado" pelos acontecimentos na Turquia e também que a "embaixada está acompanhando de perto a situação".

Ministério de Relações Exteriores do Brasil
O Itamaraty divulgou nota informando que o governo brasileiro acompanha a situação na Turquia. “O Ministério das Relações Exteriores recomenda a todos os cidadãos brasileiros que residam ou estejam na Turquia que façam contato com seus familiares no Brasil a fim de tranquilizá-los. Recomenda-se, ainda, evitar a circulação pelas ruas, em todo o país, até que a situação se normalize. A comunidade brasileira na Turquia é estimada em 550 nacionais”.
Sergey Lavrov, Ministro das Relações Extreriores da Rússia
Ele disse que o derramamento de sangue deve ser evitado na Turquia e que qualquer assunto deve ser resolvido dentro da estrutura da constituição. Ele também pediu para que os russos que estejam na Turquia se resguardem em casa.
Federica Mogherini, representante da política externa da União Europeia (UE) 
"Moderação e respeito às instituições democráticas na Turquia", disse no Twitter.
Ban Ki-moon, chefe da ONU
Ele fez um apelo por calma na Turquia e afirmou que as Nações Unidas estão tentando esclarecer a situação.
Mohammad Javad Zarif, ministro iraniano das Relações Exteriores
"Estabilidade, democracia e segurança para as pessoas turcas são supremas. Unidade e prudência são fundamentais", disse.

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