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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Presidente Obama

Obama critica sugestão de um teste muçulmano após ataque de Nice

Sugestão de líderes republicanos foi considerada 'repugnante'.
'Terroristas estão matando gente inocente, inclusive muçulmanos', disse.

O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa neste sábado (9) (Foto: AP)
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criticou com irritação as sugestões de alguns líderes republicanos de que muçulmanos nos Estados Unidos sejam “testados”, depois do ataque em Nice, na França, que matou pelo menos 84 pessoas, chamando a ideia de “repugnante”.
Nos seus primeiros comentários públicos desde que um homem tunisiano jogou um caminhão contra uma multidão assistindo a uma queima de fogos no Dia da Bastilha, Obama disse a um grupo de embaixadores na Casa Branca que os EUA dão apoio à França e prometem lutar contra o terrorismo.
Obama não associou explicitamente o ataque com militantes do Estado Islâmico, que estiveram ligados a atentados recentes no mundo, dizendo que os detalhes ainda não estavam claros. Ele prometeu continuar a lutar contra o grupo.
"Esses terroristas estão atacando e matando pessoas inocentes de todos os perfis e de todas as religiões, incluindo muçulmanos. Eu sei que eu falo por todos nós quando eu digo que esses indivíduos e essas redes são uma afronta a toda a nossa humanidade”, declarou ele.
Sem citar nomes, Obama respondeu a uma sugestão de Newt Gingrich, republicano ex-presidente da Câmara, que na quinta-feira afirmou que um teste religioso era necessário para todos os muçulmanos nos EUA, os deportando se eles acreditassem na sharia (lei islâmica).
Donald Trump, o candidato republicano para as eleições presidenciais de 8 de novembro, tem defendido uma proibição temporária da entrada de muçulmanos no país.
“Na sequência dos ataques da noite passada, nós escutamos mais sugestões para que todos os muçulmanos nos EUA sejam visados, testados em relação ao que acreditam, alguns deportados e presos”, afirmou Obama. “A sugestão em si é repugnante e uma afronta a tudo que defendemos como norte-americanos”, disse Obama.

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