Web Radio Jesus Cristo Gospel: Enchente Invade a Casa do Pastor

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Enchente Invade a Casa do Pastor

Enchente inunda casa de pastor conhecido por pregar que desastres naturais são castigo divino a pecadores

 
1
Uma enchente considerada o pior desastre natural em anos deixou um pastor evangélico em uma situação duplamente delicada na última semana. Ele é conhecido por afirmar que catástrofes causadas pela natureza são uma punição divina pelo pecado dos homossexuais.
O pastor Tony Perkins, conhecido por apresentar um podcast, teve sua casa inundada pela enchente que assola o estado de Louisiana, nos Estados Unidos, e precisou abandoná-la às pressas para não pôr a família em risco.
“Isso é uma enchente de proporções quase bíblicas”, disse Perkins ao grupo cristão Family Research Council. “Tivemos que escapar da nossa casa no sábado de canoa. Havia cerca de 3 metros de água na saída da garagem. Nossa casa encheu, nossos carros encheram”, lamentou.
De acordo com informações da BBC, a Cruz Vermelha considera que essa enchente é o pior desastre natural que atingiu os Estados Unidos desde o furacão Sandy, em 2012. Até agora, treze pessoas perderam a vida e milhares ficaram ilhadas em suas casas e carros.
A situação de calamidade pública comoveu a cantora Taylor Swift, que doou US$ 1 milhão para o socorro das vítimas: “O fato de tantas pessoas serem obrigadas a deixar suas casas nesta semana em Louisiana é que partir o coração”, comentou.

Polêmicas

Perkins é considerado uma figura “extremista” pela mídia norte-americana, por pregar enfaticamente que a homossexualidade é um pecado.
No ano passado, durante um de seus podcasts, ele entrevistou o judeu messiânico Jonathan Cahn, que também é pastor. No programa, Cahn causou enorme histeria nos movimentos LGBT ao afirmar que o furacão Joaquin – que passou pelo Havaí – era “um sinal da ira de Deus” por causa da legalização do casamento gay pela Suprema Corte dos Estados Unidos.
O convidado afirmou ainda que a relação que o governo Obama mantém com Israel desagrada a Deus, já que os Estados Unidos não impediram a autorização para o Irã produzir energia nuclear.
“Deus está tentando nos mandar uma mensagem”, concordou Perkins.

“Ben-Hur”: filme só saiu do papel depois de muita oração, revela casal de produtores cristãos

 
0
O filme “Ben-Hur”, que traz Rodrigo Santoro interpretando o papel de Jesus Cristo, foi produzido sob a experiência do casal cristão Roma Downey e Mark Burnett, profissionais amplamente bem-sucedido em Hollywood. E agora, que o filme está em cartaz, eles revelaram que o projeto só foi adiante depois de muita oração.
“Eu não consigo pensar em qualquer projeto, grande ou pequeno, que eu já me envolvi e que não tenha sido acompanhado de muita oração”, disse Roma Downey, que trabalha com o marido para o estúdio Paramount Pictures.
Na entrevista concedida ao portal Gospel Herald, ela destacou que a decisão de produzir uma nova versão de um clássico do cinema, lançado originalmente em 1959, foi tomada porque tiveram um vislumbre de oportunidade de evangelismo.
“Decidimos que mesmo sendo algo ousado, nós estávamos prontos para o desafio. Lembre-se que corajosamente assumimos a série ‘A Bíblia’, e estamos interessados em histórias que iluminam a escuridão. ‘Ben-Hur’ faz isso. A história está cheia de luz. Nós somos crentes, por isso, entendemos o quão poderosa uma oração pode ser. Quando dois ou mais estão reunidos em Seu nome, coisas extraordinárias podem acontecer”.
O roteiro do filme, escrito por Keith Clarke e John Ridley – dupla vendedora do Oscar com o longa-metragem “12 Anos de Escravidão” -, mostra uma história de redenção de dois personagens, consumidos por ganância e vingança. A virada na vida de ambos acontece conforme o personagem-título do filme se depara com Jesus Cristo. Os encontros, que acontecem algumas vezes enquanto a história se desenrola, muda a forma de pensar e agir do príncipe judeu que havia sido traído pelo irmão adotivo, e o leva à perdoar seu algoz.
O toque do casal cristão durante a produção do filme fica evidente na exploração de temas como perdão, graça e reconciliação. “Nós amamos a maneira como [os roteiristas] contaram uma história que, na sua essência era uma história de vingança, mas eles apresentaram-na de uma forma que se concentrou em temas, como perdão e reconciliação. Isso foi algo que importante para nós”, disse Roma Downey.
A cena da crucificação de Jesus, de acordo com a produtora, foi um momento inesquecível: “Eu me encontrei naquela encosta fria em Matera (Itália), onde filmamos as cenas da crucificação naquela manhã. Surgiu um clima sombrio sobre a equipe, enquanto nós levantamos aquelas três cruzes no monte e nos preparávamos para colocar Rodrigo Santoro e os outros dois atores lá em cima. Mesmo que fosse apenas uma encenação, não tem como não ser afetado emocionalmente, recriando aquela cena em particular da história e do sacrifício que Jesus fez por nós”, relembrou.
O filme, que já está em cartaz nos cinemas brasileiros, traz também a participação de atores como Morgan Freeman, Jack Huston, Toby Kebbell, Nazanin Boniadi e Johan Philip Asbæk, entre outros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário