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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

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Evangélicos somarão mais de 200 milhões de pessoas na América Latina em 2025, aponta estudo

A explosão de crescimento dos evangélicos no Brasil durante a primeira década dos anos 2000 poderá entrar para a história como o início de um movimento continental, já que estudos apontam que em nove anos, a América Latina terá mais de 200 milhões de evangélicos.
Atualmente, apenas no Brasil – o maior país evangélico da América Latina – existem aproximadamente 45 milhões de cristãos filiados a denominações evangélicas.
Um estudo realizado pelo instituto Pew Research reuniu dados demográficos de países latino-americanos acumulados nas últimas décadas, e diante da constatação de que milhões de pessoas na região deixaram a tradição católica para se filiarem a igrejas evangélicas, projetou que até 2025 o número de fiéis da segunda tradição chegará a 202 milhões.
Samuel Rodriguez, presidente da Conferência Nacional de Liderança Cristã Hispânica, afirmou ao portal Christian Today que os latinos formam a maioria dos seguidores de Cristo em todo o mundo: “Mesmo nos Estados Unidos, a maioria dos seguidores de Cristo serão de descendência latina em 2030. Esta é a nossa reforma. Há setenta anos, a maioria dos latino-americanos eram católicos”, relembrou.
Peter Wagner, presidente do Ministério Global Harvest e ex-missionário na Bolívia, destacou o surgimento de um grande número de igrejas pentecostais como fator de crescimento da Igreja Evangélica: “Muitos nunca foram treinados num seminário, muitos vêm do mundo dos negócios. Essas pessoas têm multiplicado megaigrejas nas áreas metropolitanas. Poucos são liderados por pessoas foram à escola teológica”, comentou, atribuindo seu sucesso a um mover do Espírito Santo.
O evangelista Lee Grady afirmou que há um agir de Deus alcançando toda a América Latina: “Eu ainda não conheci um lugar, dentro das grandes áreas metropolitanas de lá, que não tenha sido tocado pela efusão do Espírito Santo”, afirmou.
A editora do portal Charisma News, Jennifer LeClaire, visitou a capital da Colômbia, Bogotá, para participar de um evento pentecostal, e disse que presenciou um grande avivamento: “Mais de 25 mil pessoas adoravam a Jesus com tudo o que estava dentro delas”.
No Brasil, os próximos números que darão a dimensão da presença evangélica na sociedade serão obtidos no Censo 2020, que será realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e poderá apontar, segundo estimativas, que mais de 25% da população se tornou seguidora de alguma denominação protestante, seja histórica ou pentecostal.

Arqueólogos descobrem ruínas de sinagoga e dizem que achado confirma fatos do Novo Testamento

 
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De tempos em tempos, descobertas arqueológicas são reveladas por pesquisadores e apontadas por especialistas como comprovação dos relatos bíblicos, sejam do Velho,, sejam do Novo Testamento. A mais recente se deu na Galileia.
Uma expedição que atua no sítio arqueológico de Tel Rechesh, próximo ao Monte Tabor, no sul da Galileia, descobriu ruínas de uma sinagoga edificada no primeiro século. A fundação do templo comprova que havia uma atividade religiosa intensa na zona rural daquela região, o que até a descoberta, era algo questionado por estudiosos.
O templo descoberto se diferencia das sinagogas comuns por ser um local dedicado à leitura e pregação, ao invés de sacrifício e culto.
De acordo com informações do Christian Today, o chefe de pesquisas do Instituto Kinneret de Arqueologia, doutor Mottie Aviam, a descoberta é um achado que remonta aos tempos bíblicos de Jesus: “Esta é a primeira sinagoga descoberta na parte rural da Galileia e confirma a informação histórica que temos sobre o Novo Testamento, o qual afirma que Jesus pregou em sinagogas das aldeias da Galileia”, disse.
Aviam acrescentou ainda, em uma entrevista ao portal judeu Ynet News, que a descoberta é “muito importante para os cristãos”, pois reforça os relatos das Escrituras Sagradas, e poderá gerar um novo ponto turístico na Terra Santa para cristãos e os próprios judeus.
Simon Edwards, do centro de apologética Zacharias Trust, comentou a descoberta e comemorou o fato de que a “notícia fascinante” funciona como uma validação da Bíblia Sagrada.
Segundo ele, essa é uma prova de “como a pesquisa apenas reforça a narrativa bíblica”, e pontuou que “achados arqueológicos, como esta descoberta das ruínas de uma sinagoga do século 1, na Galileia, apontam para a realidade que a Bíblia não é apenas uma boa história, também é uma história verdadeira”.
Edwards concluiu dizendo que a cada dia se reforçam as provas de que as Escrituras são um documento histórico: “Um bom motivo para confiar na Bíblia é que ela passa em todos os testes que os historiadores podem fazer em um documento histórico. A correspondência com a evidência arqueológica é apenas um desses testes”.

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