Web Radio Jesus Cristo Gospel: Vergonha Gospel

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Vergonha Gospel

Show de horror: revelada a verdadeira intenção das campanhas e propósitos nas igrejas

Ex-pastor relata em vídeo os verdadeiros motivos da realização das campanhas e choca fiéis.

RR Soares, líder da Igreja Internacional da Graça
RR Soares, líder da Igreja Internacional da Graça
Moisés Lugli, ex-pastor da #IgrejaMundial, foi líder daquela igreja por 7 anos. Ele afirma ter passado mais 13 anos na Igreja Universal e hoje faz vídeos em seu canal no YouTuberevelando os bastidores dessas instituições. Para ele, todas as igrejas neo-pentecostais, incluindo a Igreja da Graça de RR Soares e Igreja Renascer, dos Hernandes, tentam enganar o povo para arrancar dinheiro.
Lugli afirma que Universal e Mundialsão seitas e trabalham com metas de arrecadação de dinheiro, que devem ser batidas pelos pastores. Todos eles devem bater essas metas ou superá-las com pretexto de rebaixamento de cargo dentro da instituição. Quando o mês vai chegando ao final e as metas não são atingidas, os líderes entram em desespero e começam a plantar cada vez mais envelopes pedindo ofertas. Para isso eles lançam campanhas e propósitos.
Moisés convida as pessoas a assistirem um culto nessas denominações, e notarem que os pregadores falam mais das campanhas do que do Evangelho e da Bíblia. Para o ex-pastor, até Jesus fica ofuscado durante os sermões, sendo ressaltados apenas a importância de propósitos, ofertas e dízimos. Segundo ele, as campanhas têm objetivo de forçar as pessoas a levar mais recursos para a denominação para obterem mais bençãos. Cada tipo de benção teria um propósito e para cada um uma oferta separada.

Dízimo adiantado

O ex-pastor relata uma campanha que consiste em dizimar um valor em cima do que você deseja ganhar. Se, por exemplo, a pessoa deseja um salário de R$ 10 mil, para tal passa a dar dízimos no valor de R$ 1 mil para "constranger Deus a realizar seu desejo de ganhar o salário". Para ele, o dízimo é uma heresia, em suas diversas modalidades inventadas.

Denominações neo-pentecostais são empresas

Lugli afirma que as igrejas modernas, grandes, que pregam a teologia da prosperidade, não são baseadas no Evangelho verdadeiro. Para ele, elas costumam usar versículos bíblicos isolados para ludibriar os fiéis a acreditarem que as campanhas e propósitos são o caminho para receber a benção de Deus, assim a quantidade de ofertas e dízimos aumenta, e os pastores batem suas metas. 

A casa caiu: ex-pastor da Mundial relata os crimes que ocorrem dentro da instituição

Moisés Lugli foi pastor da denominação durante 7 anos e conta em vídeo tudo que presenciou lá dentro.


Valdomiro Santiago da Igreja Mundial
Valdomiro Santiago da Igreja Mundial
Moisés Lugli é ex-pastor da #IgrejaMundial do Poder de Deus, fundada pelo apóstolo Valdomiro Santiago.Lugli tem um canal no YouTube e conta como era sua rotina dentro da instituição, fazendo declarações decrimes e corrupção, dentro da denominação religiosa. Para ele, a Igreja Mundial é uma seita e não pode ser considerada igreja, pois engana a muitos, pregando um evangelho distorcido, com pretexto de enriquecer às custas dos fiéis.
Lugli foi pastor nesta instituição, que ele chama de empresa, durante 7 anos, passando por vários estados do Brasil. Como participou ativamente das atividades da Mundial, ele declara ter conhecido um lado obscuro da instituição religiosa, que tem prejudicado a fé das pessoas. Ele afirma que quem se aprofunda nas atividades desta igreja acaba se decepcionando, conhecendo um lado que segundo ele, é negro e diabólico. 
Moisés afirma que muitos pastores são ateus, e que ele, inclusive, também era. O ex-pastor confessa que estava na instituição religiosa pela facilidade de conseguir dinheiro, conquistado de formas escusas, como propinas. Para ele, quem entra como líder nesta denominação, tem o intuito de se beneficiar, financeiramente falando.
No vídeo ele também conta sobre um assalto forjado por um membro da igreja, onde todo o dinheiro arrecadado durante um evento religioso seria levado, assim a instituição seria lesada, mas os criminosos não seriam descobertos. O bispo, sabendo do plano, encomenda a morte do cabeça do assalto. Moisés conta que esse tipo de coisa é muito comum dentro da instituição, não sendo um caso isolado.
Lugli também afirmou que muitos líderes se reúnem em boates e usam drogas com o dinheiro ofertado pelos fiéis. Eles também tramam uns contra os outros,  inventando pretextos para prejudicar os colegas. Moisés diz que o que move todos dentro da instituição é o interesse pelo dinheiro. Segundo ele, muitos fazem as reuniões bêbados. 
Ele convida ex-pastores da Igreja Mundial a falarem o que eles viam dentro da denominação, para que todos saibam que estão sendo enganados

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