Web Radio Jesus Cristo Gospel: Caiu na Rede é Noticia

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Caiu na Rede é Noticia

Após críticas por visitar templo católico, Thaila Ayala deleta foto de batismo em igreja evangélica


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Uma polêmica nas redes sociais levou a atriz Thaila Ayala, nova convertida ao Evangelho, a apagar de seu perfil no Instagram a foto da celebração de seu batismo nas águas e anunciar que não publicará mais fotos ligadas à religião.
O estopim para a polêmica foi uma segunda foto publicada pela atriz, em que ela aparecia em frente a um santuário católico, ajoelhada em frente à imagem de Santa Clara. “Hoje foi dia de conhecer o Santuário de Santa Clara, que fez sua primeira aparição aqui em Cimbres e tem uma história linda!”, comentou Thaila.
Os internautas inundaram a página da atriz com comentários críticos, questionando o motivo de sua visita a um templo católico se ela havia se tornado evangélica. De acordo com osite da revista Marie Claire, Thaila seria adepta do sincretismo entre religiões cristãs, pois em recente entrevista, ela afirmou não se importar com os dogmas das duas tradições, pois o Deus a quem servem é o mesmo.
“Sei que não tenho nada a ver com a vida dela, mas ela estava publicando que era evangélica, agora fiquei sem entender nada”, disse uma internauta.thaila ayala santuario catolico
Em resposta às críticas, Thaila postou uma breve nota: “A partir de hoje, só selfie, publieditorial e lookdo dia para vocês”, anunciou. “É assim que fazem 99% das pessoas com grande sucesso nas redes sociais. E é assim que vocês, tão religiosos e tão adoradores do único Deus certo, fazem com as pessoas”, comentou.
“É por isso que os mais espertos em marketing nunca se expõem politicamente nem religiosamente. Afinal, política e religião não se discute, não é?”, ponderou a atriz. “Triste realidade! É por isso que existe tanto ódio e tanta guerra pelo mundo, por vocês acreditarem que existe um Deus diferente para cada religião. O Deus que eu acredito sangra com isso”, concluiu.
thaila ayala batismo instagram

Esposa de pastor morre eletrocutada em igreja enquanto cantava


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A esposa de um pastor foi eletrocutada durante um culto e faleceu depois de ser socorrida. O caso foi registrado na cidade de Catanduva, interior de São Paulo, na última sexta-feira, 02 de setembro.
A mulher, de 27 anos, cantava no coral da Igreja Pentecostal Profetas da Última Hora, levou um choque e parou de cantar, assustada. Seu marido foi ao púlpito, enrolou o microfone com um guardanapo e o devolveu, para que ela voltasse a cantar.
De acordo com a Polícia, a mulher voltou a cantar e alguns minutos depois, quando a igreja estava em um momento de oração, ela recebeu a segunda descarga elétrica e caiu.
Segundo informações do portal local Hoje Interior, o pastor imaginou que sua esposa estivesse tendo uma crise convulsiva e fez respiração boca a boca. Ela voltou a respirar e foi levada às pressas ao hospital São Domingos.
Apesar de receber atendimento, ela não resistiu e morreu no hospital, deixando o marido e duas filhas. O atestado de óbito aponta que a causa da morte foi uma parada respiratória após eletro pressão.
A Polícia Científica foi à igreja para uma perícia e emitirá um laudo, que será entregue à Polícia Civil, que está investigando o caso. O pastor e marido da vítima, responsável pela igreja, não foi encontrado para comentar o caso.

Polícia pede prisão preventiva de Patrícia Lélis por extorsão de assessor do pastor Feliciano


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A estudante de jornalismo Patrícia Lélis teve sua prisão preventiva solicitada à Justiça pela Polícia Civil de São Paulo após conclusão do inquérito que a indiciou por extorsão e denunciação caluniosa durante seus depoimentos.
Patrícia Lélis, 22 anos, se tornou figura nacionalmente conhecida após acusar o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) de agressão e tentativa de estupro. Controversa, primeiramente negou que tivesse feito tais acusações, e depois voltou a acusa-lo. A mudança de versões, segundo a Polícia Civil de SP, se deve à extorsão aplicada ao ex-chefe de gabinete do deputado, inicialmente acusado pela estudante de coação e cárcere privado.
De acordo com informações do G1, o delegado responsável pelo caso, Luiz Roberto Hellmeister, do 3º Distrito Policial, confirmou o pedido de prisão da estudante: “O inquérito foi concluído na última sexta-feira [02 de setembro] e foi relatado à Justiça com o indiciamento formal da jornalista pelos crimes de denunciação caluniosa e extorsão contra o assessor do deputado”, afirmou, em entrevista concedida na última terça-feira.
O pedido de prisão foi feito para evitar que Patrícia Lélis cause novos incidentes, segundo o delegado: “Pedi a prisão porque ela destrói as pessoas que estão ao redor dela. Não só agora como no passado, quando apontou um inocente como estuprador em Brasília. Aqui ela quase destruiu a vida do policial [Talma Bauer é investigador]. Ela representa risco à sociedade por mentir e causar danos a diversas pessoas”, alegou Hellmeister.
O caso, agora, está sendo analisado pela Justiça no Fórum João Mendes, centro da capital paulista, onde algum juiz decidirá se decreta ou não a prisão da estudante. O Ministério Público (MP) de São Paulo acompanha o caso e será convocado pelo magistrado a opinar se a prisão é necessária.
A advogada da estudante, Rebeca Novaes Aguiar, afirmou que tomou conhecimento do pedido de prisão de sua cliente, mas se recusou a comentar o caso: “Mas me posicionarei mais tarde”.

Mentiras

Há quase três semanas, no dia 19 de agosto, o delegado Hellmeister anunciou que havia tido acesso a um laudo de uma psicóloga que classificou Patrícia Lélis como mitomaníaca, alguém que sofre de um desvio de personalidade que leva à mentir compulsivamente.
“Recebi documentos com laudo psicológico que diagnosticou a moça como ‘mitomaníaca’. Possui mitomania. Ela é mentirosa compulsiva”, frisou o delegado à época. Essa informação foi revelada após as investigações terem acesso a vídeos que desmentiam a versão de Patrícia Lélis de que teria sido mantida em cárcere privado por Talma Bauer.
Para se aprofundar nos detalhes, Hellmeister solicitou à Polícia Civil e ao MP do Distrito Federal os detalhes do inquérito aberto quando a estudante alegou, há um ano, ter sido estuprada por um prestador de serviços que teria ido à sua residência quando ela ainda tinha 15 anos de idade.
“Ela acusava o homem de tê-la estuprado diversas vezes em sua casa quando tinha apenas 15 anos. Mas esse caso foi arquivado em Brasília por falta de provas”, comentou Hellmeister.
Na ocasião em que a mitomania de Patrícia Lélis foi revelada, a advogada da estudante confirmou que ela havia sido avaliada, mas não era um diagnóstico completo e conclusivo. Ao G1, Rebeca Aguiar disse que a psicóloga seria de uma igreja evangélica que sua cliente procurou após ter denunciado o caso de estupro quando era adolescente. “Foram duas sessões só. Não existe no inquérito laudo técnico que demonstre que ela tenha mitomania”, alegou a advogada.
O delegado da Polícia Civil de SP, no entanto, não considerou a postura da defesa da estudante e anexou ao inquérito seu perfil psicológico, destacando que ela mente.
O psiquiatra forense Guido Palomba explicou que a mitomania é um desvio que não tem cura, mas pode ser tratado: “Transtornos de personalidade são incuráveis. É uma perturbação de saúde mental. O que é possível é um tratamento psicopedagógico”, contextualizou.

Polícia Federal

O MP confirmou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito sobre as denúncias de agressão e estupro feitas pela estudante contra Feliciano.
A iniciativa que levou Janot a pedir a investigação do caso partiu de um grupo de deputadas federais lideradas pela petista Érika Kokay (DF). Quando a autorização do STF sair, a Polícia Federal será incluída na investigação e poderá esclarecer os pontos obscuros do caso.
“Em Brasília […] a PF vai apurar a denúncia de Patrícia. Ela diz que se encontrou com o deputado no apartamento funcional dia 15 de junho, onde teria ocorrido a agressão. O parlamentar nega que com ela tenha se encontrado, e diz que ela nunca pisou no apartamento – além disso apresentou sua agenda externa naquele dia, sem detalhar horários”, comentou o jornalista Leandro Mazzini, do blog Coluna Esplanada, do portal Uol.
Feliciano foi filmado na entrada do Ministério do Trabalho às 08h55 do dia 15 de junho e deixou o local por volta das 10h00 após um encontro com o titular da pasta. No mesmo dia, o pastor participou de uma reunião no Palácio do Planalto com o presidente Michel Temer (PMDB) e demais líderes de partidos na Câmara.
“A PF terá a oportunidade de descobrir quem diz a verdade. Experientes investigadores citaram à Coluna que é possível trabalhar em duas frentes: basta rastrear os sinais de celulares da garota e do deputado no dia do ocorrido; e periciar os aparelhos para comprovar se são verdadeiros os prints de mensagens trocadas entre os dois – e usadas por Patrícia na sua denúncia”, acrescentou Mazzini.
Patrícia Lélis sustenta que esteve no apartamento funcional de Feliciano, embora não exista registro por escrito de sua entrada. As imagens das câmeras de segurança do edifício foram deletadas após um período pré-determinado pela Polícia Legislativa, por falta de espaço para armazenamento de todas as filmagens por um tempo maior.
“A Polícia Federal também vai cobrar da Polícia Legislativa (DEPOL) da Câmara dos Deputados o backup dos vídeos da portaria e elevadores do prédio onde reside o deputado em Brasília. Esse também foi um pedido da PGR. A DEPOL informou à Coluna que não há mais os vídeos – que podem inocentar Feliciano, ou comprovar que a mulher esteve no prédio”, ponderou o jornalista do Uol.
Para Mazzini, não há mais como Marco Feliciano ser indicado por crime de agressão e tentativa de estupro, “porque não há provas – mesmo que eles supostamente tenham se encontrado no apartamento”. E a razão disso está no ponto mais incoerente do caso: o fato de a estudante não ter ido à Polícia quando, supostamente, esteve a sós com o pastor. “Patrícia não fez boletim de ocorrência no dia da suposta agressão, nem exame de corpo de delito – o que evidenciou que ela queria resolver seu lado financeiro, como ficou comprovado com os episódios em SP”, opinou o jornalista.

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