Web Radio Jesus Cristo Gospel: Girando nas Noticias

terça-feira, 28 de março de 2017

Girando nas Noticias


 

Bispo diz que Estado Islâmico conseguiu o fim do cristianismo no Iraque

O bispo anglicano Andrew White, mais conhecido pelo apelido “Vigário de Bagdá”, vem fazendo um alerta para o desaparecimento do cristianismo no Iraque.
Imagem redimensionada“A hora chegou, a história do cristianismo no Iraque terminou. Em breve, não haverá nenhum cristão”, declarou White em entrevista à Fox News. “Alguns dizem que os cristãos deveriam ficar para manter sua presença histórica, mas isso se tornou muito difícil. Todos os cristãos que fugiram do Iraque e dos territórios capturados pelo Estado Islâmico no Oriente Médio, dizem a mesma coisa: não há como voltar. Eles já sofreram demais”.

Andrew White foi o maior líder da igreja anglicana no Iraque, mas acabou forçado a deixar o país em 2014, por causa da ameaça de morte dos extremistas islâmicos. Ele também enfrentou problemas dentro da denominação por ter usado dinheiro da igreja para libertar escravas sexuais das mãos dos jihadistas.

O bispo sempre enfatizou que não entregou dinheiro aos radicais islâmicos. White nega as acusações, afirmando que “em nenhum momento pagamos dinheiro a quaisquer terroristas”. Ele explica que seu trabalho sempre esteve focado em ajudar as fugitivas e nunca envolveu dar dinheiro a jihadistas.

Nos últimos anos, o número de cristãos no Iraque diminuiu drasticamente. Antes da invasão dos EUA, em 2003, havia cerca de 1,5 milhão. Com o Estado Islâmico declarando seu califado na área que engloba a porção norte do Iraque em 2014, seguido de relatos recorrentes de perseguições, torturas, estupros e escravidão, estima-se que 80% dos cristãos iraquianos foram mortos ou forçados a fugir do país.

Em Mossul, por exemplo, onde as forças armadas iraquianas travam uma luta há meses com os militantes do EI, em 2007, tinha 35 mil cristãos. Agora restam apenas 20 pessoas que professam fé em Jesus.

Pastor acusado por abuso sexual é morto a tiros durante culto; cunhado é principal suspeito

O pastor da igreja evangélica Assembleia de Deus Ministério Apascentando Ovelhas, Custódio Gonçalves, de 57 anos, foi baleado dentro do templo que fica no bairro Santo Antônio, em Manilha, Itaboraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro na noite deste domingo (26).
Imagem redimensionadaDe acordo com matéria da TV Globo, a polícia foi acionado por volta das 20h30. E encontrou o pastor já sem vida no local.

Ainda não se sabe o que teria motivado o crime. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí está investigando o caso.

Ninguém havia sidopreso até então. Na madrugada desta segunda-feira (27) um suspeito foi levado à unidade de polícia para prestar depoimento. 

Cunhado é principal suspeito

A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) já tem um suspeito do homicídio do pastor Custódio Gonçalves, de 57 anos, assassinado dentro da igreja Assembleia de Deus Ministério Apascentando Ovelhas, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. 

O cunhado do pastor foi levado por agentes da especializada para prestar depoimento. No último dia 22, Elias foi à 71ª DP (Itaboraí) e fez um registro de ocorrência acusando o pastor pelo abuso sexual de seu filho de 2 anos.

Na ocasião, a criança apresentou um sangramento no ânus e foi levada à UPA de Itaboraí. Em depoimento, o cunhado contou que entrou em contato com a pediatra do garoto para saber o que poderia ter acontecido. A médica, então, teria afirmado que, durante uma consulta, a criança disse que quem havia feito aquilo havia sido o “tio Custódio”.

Imagem redimensionadaEle, entretanto, negou ser o mandante do assassinato. Disse, em depoimento, que traficantes do bairro Santo Antônio, onde o crime aconteceu, estavam prometendo uma represália contra o pastor por conta do caso de abuso, que passou a ser conhecido pela população do local. Após o depoimento, o homem vai acompanhar agentes da DH numa diligência ao bairro.

Segundo o delegado Fábio Barucke, titular da especializada, o homem ficou preso seis meses acusado do homicídio de sua ex-mulher, em janeiro de 2015. De acordo com a denúncia do MP à época, "desferiu disparo de arma de fogo contra a vítima". Ele, entretanto, foi solto após ser absolvido pelo Tribunal do Júri de Itaboraí, no último dia 2 de fevereiro. Durante a prisão, seu filho ficou morando com o pastor.

— Ele é nosso principal suspeito. Saiu da cadeia há pouco tempo por falta de provas. Já foi acusado de homicídio. Mas ainda vamos realizar mais diligência para concluir o caso — disse o delegado.

O pastor foi atingido por pelo menos três tiros enquanto ministrava um culto. Na ocasião, a igreja foi invadida por criminosos armados.

Bancada evangélica pede a retirada da proposta sobre "diversidade de gênero e orientação sexual" nas escolas


Imagem redimensionada

Cerca de uma semana após a divulgação do decreto (Nº 9.005/2017) sobre as "Funções de Confiança do Ministério da Educação", assinado pelo presidente Michel Temer no dia 14 de março, a Bancada Evangélica encaminhou um pedido formal ao ministro Mendonça Filho, para que as ações sobre "diversidade de gênero e orientação sexual" sejam retiradas da lista de competências do MEC.

O documento foi entregue por ofício pelo deputado Flavinho (PSB-SP), que afirma que a inclusão desses temas (ou não) desses temas como parte de políticas públicas deve ser decidida antes pelo Congresso.

O parlamentar lembrou que conforme os cidadãos já expressaram por meio de manifestações e mobilizações de vereadores na maior parte dos municípios brasileiros, o "debate sobre diversidade de gênero e orientação sexual" vai contra a vontade da maioria. A preocupação da bancada evangélica e de muitas famílias é que esta proposta abra espaço para a ideologia de gênero.

"A introdução destas terminologias não condiz com o anseio da imensa maioria dos cidadãos, sugiro assim que sejam retirados do decreto supracitado os termos 'orientação sexual' e 'diversidade de gênero' e aproveito para reafirmar que se o Executivo deseja tratar desta temática que encaminhe ao Congresso Nacional projeto de lei que verse exclusivamente sobre esta temática", argumentou Flavinho no documento.

Flavinho também apontou a reinserção da proposta pelo decreto aconteceu porque o MEC aproveitou a reconfiguração dos cargos.

Há quem justifique que a proposta já era prevista entre as funções do MEC antes da normativa 9.005/2017, emitida e assinada por Michel Temer. Porém o conflito entre a proposta da seção II, artigo 25 do decreto presidencial e a vontade popular já, manifesta por famílias e legitimada por vereadores em diversos municípios sobre os Planos Municipais de Educação se tornou clara: Enquanto famílias lutaram para retirar as "discussões sobre diversidade de gênero e orientação sexual" das competências das escolas públicas, o decreto assinado por Temer devolve esta função às instituições de ensino.

Comissões na Câmara debatem reformas trabalhista e da Previdência

Imagem: DivulgaçãoNa semana em que as comissões permanentes da Câmara dos Deputados retomam efetivamente seus trabalhos, as reformas da Previdência e trabalhista seguem dominando a pauta de debates entre os parlamentares. Mas, a discussão sobre as mudanças na legislação eleitoral, além de desdobramentos de operações de combate a casos de corrupção também se destacam na agenda desta semana da Câmara.
A comissão especial da reforma da Previdência que está tratando da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 realizará na próxima terça-feira (28) sua última audiência pública. O tema da discussão será os impactos da reforma da Previdência para o orçamento público do país.
As propostas de mudanças na Previdência devem ser debatidas também nas comissões da Seguridade Social e Família e na de Defesa dos Direitos do Idoso. Os presidentes das respectivas comissões já declararam que a reforma será um dos temas prioritários ao longo de todo o ano na definição de pautas dos colegiados.
A reforma trabalhista deve pautar a agenda da Comissão de Trabalho e ainda segue em discussão na comissão especial do tema, que realiza esta semana outra audiência pública para discutir o direito comparado. Nesta audiência, participarão representantes do Tribunal Superior do Trabalho (TST), institutos de pesquisa econômica e demográfica, além da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Reforma Política
Na comissão especial que trata da reforma política, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Herman Benjamim, foi convidado para falar sobre eventuais alterações na legislação eleitoral, em especial do ponto que trata da prestação de contas em campanhas políticas.
O ministro é relator do processo que pede a cassação da chapa da campanha presidencial Dilma-Temer. Também foi convidada para participar da discussão a ministra do TSE, Luciana Lóssio.
O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, no Paraná, também deve passar esta semana pela Câmara. Ele foi convidado para participar de audiência pública da comissão especial que discute as mudanças no Código Penal brasileiro.
Ao lado do juiz Sílvio Rocha, da 10ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Moro deve falar sobre combate ao crime organizado, entre outros assuntos relacionados à proposta de mudanças nas regras da Justiça Penal. Moro é o responsável pela Operação Lava Jato na Justiça Federal em Curitiba.
Carne Fraca
Os desdobramentos da Operação Carne Fraca, deflagrada semana passada pela Polícia Federal, será a prioridade das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Defesa do Consumidor. As comissões devem propor requerimentos para realização de audiências públicas com representantes do setor e chamar integrantes do Ministério da Agricultura para prestar esclarecimentos.
Deputados da oposição protocolaram na última semana um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para aprofundar a investigação sobre o caso. A solicitação ainda precisa passar pela análise do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Entrevista exclusiva: Pr. Silas Malafaia fala tudo a Roberto Cabrini; confira os vídeos


A equipe de reportagem esteve na casa do pastor no Rio de Janeiro e também falou com a sua esposa Elizete Malafaia
A equipe de reportagem esteve na casa do pastor no Rio de Janeiro e também falou com a sua esposa Elizete MaO jornalista Roberto Cabrini exibiu uma entrevista reveladora com o pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), no programa Conexão Repórter deste domingo (12), no SBT. Durante dias, o programa acompanhou o dia a dia do pastor, perguntou detalhes sobre a sua vida e o abordou sobre o indiciamento por suspeita de lavagem de dinheiro. Como resposta, o pastor mostrar sua declaração de imposto de renda, onde constam detalhes de doações e bens pessoais.
Cabrini mostra ainda as ruas que levam à infância do pastor, a casa onde cresceu e, até hoje, vivem a mãe e uma irmã. O projeto social que Silas ajuda: um espaço que cuida de moradores de rua e viciados em drogas.
O programa mostra ainda seu fogo cruzado contra um desenho animado que, segundo ele, incita a ideia do homossexualismo em crianças. As facetas de um homem que condena o homossexualidade, o aborto, e outros temas. A rotina, o trabalho e a vida em família.
Confira trechos da entrevista:
Sem meias palavras, Pr. Silas respondeu a todos os questionamentos
Sem meias-palavras, Pr. Silas respondeu a todos os questionamentos
Cabrini: De tudo o que os seus inimigos dizem a seu respeito, o que mais incomoda o senhor?
Malafaia: O que mais incomoda é a calúnia e a difamação.
Cabrini: Uma frase que incomoda…
Malafaia: Dizer que estou sendo acusado de lavagem de dinheiro. Isso é a maior bandidagem.
Cabrini: A Polícia Federal considera o senhor suspeito de pertencer a uma organização criminosa?
Malafaia: Deixa eu te falar: o delegado tem o direito de indiciar quem ele quiser, como ele quer. Para isso tem a Justiça.
Cabrini: A Polícia Federal suspeita que o senhor usou as suas contas para esconder o dinheiro da máfia da mineração.
Malafaia: Mentira. O processo tem mais de mil páginas, meu nome aparece em 2 linhas e meia. Eu recebi uma oferta de R$ 100 mil, depositei na minha conta, declarei ao Imposto de Renda e poderia ter usado como usei outras ofertas. Não tem nada ilegal, vou provar com toda essa documentação que sou inocente, não tenho nada a ver com esses canalhas e bandidos, que roubaram mais de 70 milhões, isso é um jogo.
Cabrini: O senhor teme ser preso?
Malafaia: Não, não tem uma vírgula de motivo para isso, não tem uma prova de que eu participei de uma Operação para roubar a nação. Isso é uma infâmia, é uma safadeza, querem me denegrir porque eu sou um pastor que tem influência na sociedade.
Cabrini: Seus inimigos o classificam como mercador de almas, alguém que visa sempre o lucro em nome da exploração da fé.
Malafaia: Isso é tão baixo, tão sujo e tão medíocre, porque para dizer isso tem que provar.
Cabrini: Se um dos seus filhos fosse gay, como é que o senhor reagiria, como é que o senhor faria?
Malafaia: Profundamente, sem abrir mão do meu amor, mas diria para ele a verdade, dizer que está errado, porque amar não significa ser conivente.
 Toda a história da sociedade está sustentada por um homem, a mulher e seus filhos. A prole. Isso aqui é a sociedade, história da civilização. Querem mudar esse status, vamos ver esse resultado nas gerações futuras.
Cabrini: Não entram no reino do céu, mesmo se pagar o dízimo?
Malafaia: A oferta na igreja não tem nada a ver com salvação, não tem nada a ver. A oferta tem a ver com a prosperidade de viver, a soberania de Deus.
Cabrini: Por que um desenho tanto te incomoda?
Malafaia: Vê se isso tem cabimento. O que a Disney quer? Beijo gay? Erotizar crianças é a coisa mais covarde que se tem. A Disney quer colocar o homossexualismo para as crianças… E eu vou me calar? Aí querem me bater. Você vai me desculpar, eu não posso me calar.

Moro dá prazo para PF se manifestar sobre vídeo de coercitiva de Lula

A gravação, segundo a defesa de Lula, será usada no filme "Polícia Federal - A lei é para todos"
A gravação, segundo a defesa de Lula, será usada no filme “Polícia Federal – A lei é para todos”
O juiz federal Sérgio Moro deu cinco dias para que a Polícia Federal se manifeste sobre um suposto vídeo gravado durante a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março do ano passado. O prazo foi concedido na sexta-feira (24). A informação é do ‘Correio Braziliense’.
A gravação, segundo a defesa de Lula, será usada no filme “Polícia Federal – A lei é para todos”. O longa, da produtora carioca New Group & Raconto e associados, custará R$ 12 milhões e será “um thriller policial político inspirado em fatos reais”.
Em manifestação a Moro, também na sexta-feira, os advogados do petista afirmaram que “a condução coercitiva em desfavor do peticionário (Lula) – medida autorizada por este Juízo e executada no dia 4 de março de 2016 – constituirá a principal cena do filme”. Para a defesa, o uso do suposto vídeo tem como objetivo “macular” a imagem de Lula “perante a sociedade”.
“Ocorre que para a gravação da cena os produtores tiveram acesso integral a uma suposta filmagem realizada pela Polícia Federal no dia da medida que privou a liberdade do peticionário por cerca de cinco horas”, alegaram os advogados.
A defesa pediu a Moro que determinasse à produção do filme que se abstivesse de usar a gravação e que fosse apurado “a responsabilidade criminal dos agentes policiais”.
Ao analisar o pedido da defesa de Lula, o juiz da Lava Jato afirmou que “não cabe a este Juízo impor censura a veículos de comunicação ou mesmo à produção de algum filme”. “Não são eles sequer partes deste processo”, anotou. “Não consta que qualquer gravação efetuada durante a diligência de condução coercitiva tenha sido disponibilizado à produção do filme ou a qualquer veículo de imprensa. Se o último fato tivesse ocorrido, aliás, provavelmente tais imagens já teriam sido publicizadas.”
Moro determinou: “Antes de qualquer providência, intime-se a autoridade policial responsável pelo caso para prestar oportunos esclarecimentos e se manifestar sobre a petição (da defesa de Lula).”

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